Adivinhe o que as pessoas mais fazem na Internet

Facebook? MSN? Nada disso. Segundo relatório do Pew Internet and American Life Project, buscas e e-mail ainda dominam a vida online nos EUA. Apesar da guerra declarada entre as redes sociais, em que são travadas batalhas sem fim entre Facebook, Twitter e Google+, o que as pessoas mais fazem na Internet são duas coisas básicas:…

Tempo de uso dos aplicativos mobile versus consumo WEB

Em uma pesquisa realizada pela Flurry, com dados retirados do Alexa e Comstore, indicou em uma análise preliminar que os usuários, pelo menos os americanos, já estão ficando mais tempo utilizando aplicativos em dispositivos móveis, conforme o gráfico abaixo: Cerca de 79% do tempo gasto em aplicações móveis, está em acesso em redes sociais e…

Bing cresce 250% em um ano no Brasil

De acordo com um estudo da Hitwise, o Bing, buscador da Microsoft, contabilizou um crescimento de 250,33% de participação no mercado brasileiro em um ano. Nas 12 semanas analisadas pelo estudo, que terminou em 26 de março, o sistema registrou 5,36% de todas as buscas realizadas no país, contra 1,53% no mesmo período de 2010.…

Comércio eletrônico deve vender R$ 750 milhões no Dia das Mães

SÃO PAULO (Reuters) – As empresas brasileiras de comércio eletrônico devem faturar 20 por cento a mais em 2011 no Dia das Mães em relação ao mesmo período de 2010, com a competitividade no setor impulsionando o consumo, de acordo com projeção da consultoria e-bit divulgada nesta segunda-feira. O setor deve reportar faturamento de 750…

Lojas de aplicativos móveis atingirão US$ 36 bi até 2015

As lojas de aplicativos para smartphones devem movimentar US$ 36 bilhões em 2015, sendo que somente a região da Ásia-Pacífico vai responder por quase 45% deste total, ou seja, US$ 16 bilhões, segundo projeção do Yankee Group. Os Estados Unidos, que em 2008 respondiam por cerca de 94% dos aplicativos móveis baixados em todo o…

Estados declaram guerra por impostos do comércio eletrônico

O crescimento acelerado do comércio eletrônico no Brasil levou a uma guerra fiscal bilionária entre os Estados pelo recolhimento de impostos nessas vendas. Pela Constituição, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) é recolhido no local onde o produto é despachado – no centro de distribuição da rede –, que não necessariamente é o Estado em que o bem foi adquirido. Só a Bahia e o Mato Grosso estimam poder perder R$ 400 milhões em arrecadação por ano com as compras feitas na internet.

Mídias sociais causam mais danos a marcas que Procon

Em janeiro deste ano, as críticas de um consumidor contra a fabricante de eletrodomésticos Brastemp levaram a empresa a figurar entre os quatro assuntos mais comentados do mundo no Twitter. Nesta semana, o amargo papel foi representado pela Renault. Cansada de esperar durante quatro anos pela atenção da companhia para resolver seu problema, uma consumidora criou um site e gravou vídeos em que conta e compartilha em redes sociais sua indignação com o descaso da marca.