Adivinhe o que as pessoas mais fazem na Internet

Facebook? MSN? Nada disso. Segundo relatório do Pew Internet and American Life Project, buscas e e-mail ainda dominam a vida online nos EUA. Apesar da guerra declarada entre as redes sociais, em que são travadas batalhas sem fim entre Facebook, Twitter e Google+, o que as pessoas mais fazem na Internet são duas coisas básicas:…

Tempo de uso dos aplicativos mobile versus consumo WEB

Em uma pesquisa realizada pela Flurry, com dados retirados do Alexa e Comstore, indicou em uma análise preliminar que os usuários, pelo menos os americanos, já estão ficando mais tempo utilizando aplicativos em dispositivos móveis, conforme o gráfico abaixo: Cerca de 79% do tempo gasto em aplicações móveis, está em acesso em redes sociais e…

Lojas de aplicativos móveis atingirão US$ 36 bi até 2015

As lojas de aplicativos para smartphones devem movimentar US$ 36 bilhões em 2015, sendo que somente a região da Ásia-Pacífico vai responder por quase 45% deste total, ou seja, US$ 16 bilhões, segundo projeção do Yankee Group. Os Estados Unidos, que em 2008 respondiam por cerca de 94% dos aplicativos móveis baixados em todo o…

Facebook tem pouca influência sobre as compras on-line

Segundo Jay Yarow, apesar do crescimento espantoso do Facebook nos últimos anos, o Google pode por enquanto continuar tranquilo com relação as compras on-line. De acordo com uma pesquisa da Goldman Sachs, as redes sociais, têm pouca influência sobre as decisões de compras on-line, diferente dos buscadores que apresentam uma maior influência. Enquanto o Google…

Mídias sociais causam mais danos a marcas que Procon

Em janeiro deste ano, as críticas de um consumidor contra a fabricante de eletrodomésticos Brastemp levaram a empresa a figurar entre os quatro assuntos mais comentados do mundo no Twitter. Nesta semana, o amargo papel foi representado pela Renault. Cansada de esperar durante quatro anos pela atenção da companhia para resolver seu problema, uma consumidora criou um site e gravou vídeos em que conta e compartilha em redes sociais sua indignação com o descaso da marca.

Veja quais são as principais reclamações no comércio eletrônico brasileiro

“É fundamental que as empresas monitorem essas reclamações de consumidores, tanto nos canais específicos quando nas redes sociais. Com qualificação e quantificação das informações obtidas, é possível aplicar ações de melhorias e sentir como o planejamento está refletindo no consumidor”,